Reabilitação dirigida a pessoas com lesões do sistema nervoso — AVC, Parkinson, esclerose múltipla, lesões medulares — com um objetivo claro: o retorno às atividades da vida diária.
A Reabilitação Neurológica está direcionada para pessoas com lesões associadas ao sistema nervoso — AVC, doença de Parkinson, esclerose múltipla, paralisias, lesões medulares, entre outras.
O principal objetivo é o retorno às atividades da vida diária (vestir, comer, higiene pessoal), através da reeducação do movimento e da função, bem como, em determinados casos, da locomoção e do sistema cognitivo. A Fisioterapia tem um papel fundamental na reabilitação destas lesões — e o fator tempo é decisivo: quanto mais cedo, melhor.
Potencial de recuperação funcional após AVC consoante o início da reabilitação (ilustrativo, com base na literatura de neuroplasticidade).
A neuroplasticidade é maior nos primeiros meses — mas há sempre margem para ganhos, em qualquer fase.
✦ Valores ilustrativos do conceito, baseados na evolução típica reportada na literatura clínica. Na versão final são usados os dados e casos reais da PhysioMove.
No sistema nervoso, o que não se treina, perde-se. A estimulação certa é o tratamento.
| Reabilitação PhysioMove | Sem reabilitação ativa | |
|---|---|---|
| Neuroplasticidade | ✓Estimulada com treino específico | ✕Janela de recuperação desperdiçada |
| Padrões de movimento | ✓Reeducados corretamente | ✕Compensações que se cristalizam |
| Risco de quedas | ✓Avaliado e treinado | ✕Elevado e crescente |
| Autonomia diária | ✓Ganha-se função semana a semana | ✕Dependência progressiva |
| Família/cuidadores | ✓Envolvidos e ensinados | ✕Sem orientação |
Força, tónus, equilíbrio, marcha e AVD — o ponto de partida.
Definidos consigo e com a família: o que quer voltar a fazer.
Repetição orientada, específica e progressiva — é assim que o cérebro reaprende.
Transferência dos ganhos para a sua casa e rotina.
Sim. Os ganhos são maiores nos primeiros meses, mas a evidência mostra melhorias funcionais mesmo anos depois, com treino adequado.
Na fase inicial recomendamos maior frequência (2–4x/semana). Ajustamos consoante a evolução e os objetivos.
Sempre que possível, sim — ensinar transferências, posicionamentos e exercícios para casa multiplica os resultados.
Sim, trabalhamos em complemento com neurologia e fisiatria, com registos de evolução partilháveis.
Marque a avaliação neurofuncional o quanto antes.